Sendo adepto ou não de alguma filosofia político-partidária, ou até mesmo simpatizantes de alguns dos pré-candidatos a prefeito de Natal, não é difícil enxergar que a maior preocupação desses prefeitáveis é viabilizar suas candidaturas e fortalecerem suas bases políticas.
As notícias publicadas nas redes sociais e demais canais de comunicação dão conta disso.
Nada contra essa prática que é corriqueira e natural do processo de construção de candidaturas, afinal, é somando forças que se potencializa o projeto político.
Por outro lado, sabemos que é muito importante que uma candidatura venha precedida de um plano de gestão, de preferência uma política de Estado, porém, muitos desses planos por vezes são intangíveis, distante da realidade exequível junto à população.
Passa eleição, chega eleição, e o que vemos são planos cada vez mais ilusionistas sendo utilizado com peça de marketing, para propagação junto as bases eleitorais de cada candidato, plano as vezes que chega a ser "meras cópias" de candidatos de outros estados brasileiro.
Quem acompanha o dia dia da cidade e conhece de perto seus problemas, sabe que umas das coisas que mais tem preocupado a população tem sido a segurança pública.
Sabemos que a jurisprudência da segurança pública é prerrogativa do governo do estado de forma imediata, o que não quer dizer que a Guarda Civil Municipal possa auxilia os munícipes dentro do seu escopo.
Mas não tem como se pensar uma candidatura a gestor de uma capital, sem ter uma proposta de intermediação a esse problema que tem tirado a paz e o sono da população e da classe empreendedora, que diariamente vem sendo vítima da insegurança pública.
Como falar de sucessão em Natal, sem falar do cenário caótico vivido pelo centro comercial da Cidade Alta, área que a cada dia tem ficado obsoleta, aos poucos se consolidando como extensão da Ribeira.
Acredito que uma das observações que o Natalense gostaria de fazer para qualquer um dos que se propõem ser o gestor dessa Cidade, é que conhecer Natal é muito mais que apenas planejar obras estruturantes, que cuidar das UPAS e UBS; que instituir novas taxas/impostos que aumentam arrecadação de uma máquina que já é caríssima para o cidadão que sente-se sufocado com tantas obrigações.
Cidadão esse que não sabe o que é a palavra reciprocidade por parte do serviço público.
Ser prefeito exige do seu gestor proximidades com as comunidades, e a busca pelos estreitamento das relações, não com assessores que por vezes evitam que os problemas cheguem ao gestor municipal, mas estreitamento com a população que vive diariamente seus dilemas.
Que cada um dos prefeitáveis entendam que uma candidatura vai além de apenas vencer uma eleição, consiste em promover um "choque de gestão" que possa gerar resultados práticos e não apenas sistêmicos ou ilusórios.
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